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Marca Valmet muda para marca Komatsu

24.01.11. O diretor da Komatsu Forest no Brasil, Lonard Santos, reuniu a imprensa especializada na manhã desta sexta-feira, 21, em Pinhais, para anunciar a mudança da marca Valmet para a marca Komatsu.

Um dia após a mudança oficial da marca, Lonard ressaltou que assumir a marca Komatsu é um grande passo para a empresa. “A cor vermelha permanece como uma importante identidade nossa”, comentou.

O fator mais significativo da mudança foi apresentado através de um termo japonês: Dantotsu, que significa qualidade superior. Aliás, o ideal japonês de qualidade, explica Lonard, também fará parte do novo slogan “Forestry Quality”.

“Estou seguro de que a mudança para a marca Komatsu irá agregar ainda mais valor ao relacionamento com os usuários de máquinas florestais, que serão beneficiados com uma série de vantagens de trabalhar com uma empresa forte e confiável, totalmente integrada com o restante da corporação Komatsu em todo o mundo”, diz Toshio Miyake, CEO da Komatsu Forest.

Desde 1960, quando foi lançada a primeira máquina florestal, a empresa tem buscado o principal objetivo: “ser o especialista florestal com a melhor qualidade e forte foco no cliente”.

“Sabemos o que realmente significa qualidade e entendemos as necessidades específicas do mercado florestal, agora e no futuro. Como especialistas florestais nós ouvimos nossos clientes e, poderemos sempre, oferecer máquinas mais produtivas. Estamos definindo um padrão completamente novo para o mercado florestal”, concluiu Toshio Miyake.

Animado com as mudanças, Lonard cita alguns princípios que vão manter a relação da empresa com os clientes: paixão por tecnologia, conhecimento do negócio e foco na área florestal.

Lançamentos
Paralelamente à mudança da marca, a empresa também está lançando dois novos harvesters: o Komatsu 931.1 e o Komatsu 911.5, ambos com grandes inovações – e entre outras coisas – com uma nova geração de motor, com otimização de combustível, redução de emissões e consideravelmente mais econômico no consumo de combustível, 16% menos quando comparado com os atuais motores Tier 3.

Komatsu Forest
A Komatsu Forest é uma multinacional, com matriz mundial e centro tecnológico localizado em Umea, Suécia. A empresa produz máquinas e equipamentos florestais da marca Komatsu. É uma das maiores indústrias do mundo em seu setor. A Komatsu Forest tem mais de 1.300 funcionários e é representada em todos os mercados onde a colheita florestal mecanizada é utilizada. São duas unidades de produção, uma na Suécia e outra nos Estados Unidos com clientes em todo o mundo e representantes na Europa, América do Norte, América do Sul, África, Oceania e Ásia.

Fonte: Painel Florestal 

M-real appointed Sari Pajari as Senior Vice President, Business Development

22.01.11.  Sari Pajari has been appointed Senior Vice President, Business Development and a member of the Corporate Management Team of M-real Corporation. Her main responsibilities are business development and Total Quality Management. Pajari starts in the new position on 1 April 2011 and reports to CEO Mikko Helander, as the company said in a press release received by Lesprom Network.

Pajari is moving to M-real from the position of Senior Vice President, CIO of Metsäliitto Group which she held since 2009. Prior to joining Metsäliitto Group in 2007 Pajari has worked as a managing strategy consultant in Pöyry, PwC Consulting and IBM.

M-real is the leading primary fibre paperboard producer and a major paper supplier in Europe.

 

Lesprom

European sawmills’ profitability is being squeezed by high log costs and declining lumber prices, reports the Wood Resource Quarterly

2010.12.11.  European sawmills’ profitability is being squeezed by high log costs and declining lumber prices, reports the Wood Resource Quarterly Sawlog costs in Europe have gone up more than lumber prices the past year, reports the Wood Resource Quarterly. With the expected decline in lumber consumption, many sawmills in Europe are considering reductions in their operating rates. As a consequence, prices for sawlogs are likely to drop from their two–year highs in the coming months.

Over the past year, the sawmilling sector in Europe has shifted from high production levels and the highest lumber prices in four years, to weakening lumber demand and reduced prices for many lumber grades during this fall.

European lumber production fell by six percent to 93 million m3 in 2009, which was the lowest level in eight years.

The biggest declines in volume came in Austria, Finland and Sweden, while lumber production in Germany and Romania bucked the general trend and increased last year. Although last year was a low point for the sawmilling industry, the lumber markets improved in the second half of the year and into the spring and early summer this year, reported Wood Resource Quarterly.

Total exports by the four largest lumber-producing countries in Europe, Sweden, Germany, Austria and Finland, have been slightly higher the first eight months of 2010 as compared to the same period last year. Exports from Sweden declined by seven percent while the other three countries increased shipments substantially.

The Finnish sawmilling industry in particular, has had a much better year this year than in 2009. During the first nine months of 2010, lumber production was up 27 percent from the same period last year, with most of the additional production being exported.

The high operating rates at many sawmills in Europe the past year have resulted in increased costs of logs throughout the continent. Softwood sawlog prices have gone up between 15-40 percent in the major lumber-producing countries since early 2009, according to the Wood Resource Quarterly. With the probability of reduced lumber demand in Europe during the upcoming winter season, lumber prices may continue to weaken. This development is problematic because sawlog prices have reached their highest levels in almost two years, which will squeeze the profitability for many sawmills.

Consequently, it is likely that many sawmills will reduce operating rates in the coming months, and as a result, sawlog prices can be expected to decline during this quarter and the first quarter of 2011. Global timber market reporting is included in the 52-­page publication Wood Resource Quarterly.

The report, established in 1988 and with subscribers in over 25 countries, tracks sawlog, pulpwood, lumber and pellet prices in key regions around the world and also includes regular updates of the latest developments in international timber, pulp, lumber and biomass markets. 

 

Hakan Ekstrom

Stora Enso e Arauco recebem licença para unidade no Uruguai

08.01.11. A Montes del Plata, joint-venture entre a fabricante finlandesa de papel Stora Enso e a Arauco, unidade do conglomerado chileno Copec, recebeu a licença ambiental para a construção de uma unidade produtora de 1,3 milhão de toneladas de celulose no Uruguai, disse a Stora Enso nesta sexta-feira.

As companhias, entretanto, ainda não decidiram se irão em frente com o projeto, disse o porta-voz da empresa finlandesa, Lauri Peltola.

Ele não disse qual seria o custo do projeto. Analistas florestais da consultoria Risi estimam que os investimentos totais podem ser da ordem de 1,5 bilhão de dólares.

A Stora Enso também busca construir fábricas de celulose no Brasil e na China. No Brasil, além de uma unidade própria no Paraná, a companhia é sócia da Fibria na Veracel.

 

Globo

Expoforest 2011: local da feira em preparação

11.12.10. A preparação do Horto Florestal Mogi Guaçu (SP) para receber a primeira feira florestal dinâmica da América Latina está a todo vapor. Os espaços onde ficarão o estacionamento e as áreas estática e dinâmica de silvicultura da Expoforest 2011 - Feira Florestal Brasileira estão quase prontos. Além disso, segundo os organizadores, a trilha com mais de 2,5 km de extensão no meio da floresta será construída até o final de dezembro.

O evento será realizado de 13 a 15 de abril de 2011 e faz parte da programação da II Semana Florestal Brasileira. Máquinas e equipamentos poderão ser vistos em operação dentro de uma área de 118 hectares de eucalipto clonal. O objetivo, de acordo com os organizadores, é que os visitantes tenham acesso a novas tecnologias, equipamentos, máquinas e serviços para a produção de florestas plantadas.

Algumas empresas já começaram a preparar seus experimentos no local. É o caso da Forestech Soluções Florestais, que estará na parte dinâmica de silvicultura, e levará para a Feira Florestal Brasileira todo o portfólio de produtos que a empresa representa, além de novas formulações de fertilizantes especiais para o segmento florestal.

Presença confirmada


Na área estática estão confirmadas as presenças das empresas: Atech, Comercial Rodrigues, J de Souza, Mepel, Minusa, Noma, Thorco, Roder, Rotobec, Rexroth Bosch Group, Boutin, Denis Cimaf, Formicidas Mirex-s, Revista Referência, Rotary-Ax, Arvus Tecnologia, Woodtech, Carpa, Hansa Flex, Plant Defender, Produquímica, Vetquímica e Lufer.

Na dinâmica de colheita de madeira estarão empresas como Caterpillar, John Deere, Komatsu Forest, Penzsaur, Ponsse, Tigercat, Madal Palfinger, Randon Veículos, TMO Equipamentos Florestais, Macedo Forest, Motocana, Stihl, Guarany, HFort, Oregon, Pesa Service, Vantec Máquinas, Vermeer, Scania e Planalto.

Para a dinâmica de silvicultura, Hydroplan-EB, Forestech Soluções Florestas, Roster, Compo e FMC já reservaram espaços.

Apoio

O evento conta com a chancela das principais empresas do setor. "A decisão de transformarmos a Expoforest em uma feira dinâmica partiu de uma demanda dos próprios expositores. Aceitamos o desafio e o resultado é que o interesse por espaços tem aumentado a cada semana", diz Malinovski.

Os organizadores também têm o apoio institucional do KWF, centro que oferece suporte técnico e científico para as práticas florestais alemãs, de toda a base florestal brasileira, por meio das associações que representam o setor, e da maior feira florestal do Chile, a Expocorma.


Expoforest 2011

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