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Aracruz volta ao lucro após três trimestres de perdas

17.08.09. Após registrar prejuízo por três trimestres consecutivos, em razão de perdas financeiras bilionárias com derivativos, a Aracruz voltou ao lucro no segundo trimestre deste ano. A empresa também indicou que terá caixa para honrar compromissos financeiros de curto prazo.

Entre abril e junho, a maior produtora mundial de celulose branqueada de eucalipto registrou lucro líquido de R$ 595,5 milhões, ante lucro de R$ 262,1 milhões no segundo trimestre de 2008.


Segundo a Aracruz, o lucro no segundo trimestre deste ano foi impulsionado por ganhos financeiros com a valorização do real, com impacto positivo sobre a dívida em dólares. No trimestre, a Aracruz apurou receita financeira líquida de R$ 894,7 milhões, ante resultado financeiro positivo de R$ 241,9 milhões no segundo trimestre de 2008.

Em 30 de junho, a dívida bruta da Aracruz, incluindo 50% da Veracel, joint venture com a sueco-finlandesa Stora Enso, era de R$ 8,158 bilhões, R$ 1,341 bilhão abaixo do endividamento apurado no final de março. A Aracruz firmou neste ano acordo com bancos que foram contraparte em operações alavancadas com derivativos para pagamento ao longo de nove anos da dívida gerada a partir dessas transações.

Executivos da Aracruz afirmaram que a empresa terá condições de gerar caixa suficiente para pagar suas dívidas e juros no curto prazo, diante da expectativa de manutenção dos preços da celulose e do volume comercializado em patamares elevados. "Não vemos os preços caindo. Esperamos que eles permaneçam no mesmo nível", disse o diretor comercial da Aracruz, João Felipe Carsalade, em teleconferência.

Em julho, os produtores anunciaram um aumento de US$ 30 por tonelada para a celulose de fibra curta, para todas as regiões, levando os preços para o patamar de US$ 530 dólares. Segundo o diretor financeiro e de Relações com Investidores da Aracruz, Marcos Grodetzky, a empresa não tem planos de captar recursos no momento. "Não temos restrição se quisermos ampliar nosso caixa. Mas também não temos planos (de captar recursos), porque os custos estão muito elevados", afirmou Grodetzky.

O volume de vendas de celulose da Aracruz, incluindo a parcela na Veracel, cresceu 8% no segundo trimestre na comparação com igual intervalo de 2008, para 832 mil toneladas. Mas a alta no volume não foi suficiente para compensar o preço em dólares menor da matéria-prima.

Conforme a empresa, o preço médio em moeda estrangeira recuou 36% nessa base de comparação. Dessa forma, a receita líquida no trimestre recuou 12% ante um ano antes, para R$ 780,4 milhões, mesmo com o recorde nas vendas em volume para um segundo trimestre.

 

Fuente: Ultimo Segundo

Optimism reigns among Latin American pulp and paper producers

13.08.09. As in most parts of the world, contacts in Latin America have been telling me that the market situation is very difficult this year. I usually talk to two or three sources every day and the most frequent complaints are related to feeble demand, high inventories, low prices, limited access to credit.

However, at the end of each conversation, almost everyone leaves a message of hope. They are confident that things will be better soon - demand will recover and prices will be adjusted to fair levels, allowing suppliers to increase their profit margins and resume investments.

In fact, Latin Americans are very optimistic about life - and business - and I believe this helps them to easily manage conflicts. For them, there is always an alternative plan. Another day, someone told me that his company wasn't able to market all of its paper machine output due to the weak demand, so he was studying a way to use the idle capacity to make another type of paper that could meet the current customers' demand. Indeed, changing strategy is always welcome in hard times.

Another good example of how Latin Americans are working to minimize the downturn effects is Klabin. The Brazilian largest packaging paper supplier found an alternative use for the excess kraftliner that has not been consumed by its customers: the firm is directing a higher volume of kraftliner to its own converting plants thus reducing the amount offered to the market. "We are using our own kraftliner instead of recycled papers to produce packaging since we aim to limit kraftliner supply to the market, which is already oversupplied and with very low prices," said Klabin's CEO Reinoldo Poernbacher.

The optimistic atmosphere that surrounds Latin America is also reflected by the still planned investments for the region, focused on pulp - based on the promising consumption in Asia - and tissue - justified by the local increasing consumption rates.

On the pulp side, Stora Enso and Arauco in May signed a purchase agreement for the joint acquisition on a 50/50 basis of forests and other operations owned by Ence in Uruguay. The companies have plans to build a 1.3 million tonnes/yr bleached hardwood kraft pulp mill in that country.

Also, Suzano is moving ahead with its plans to build a new 1.3 million tonnes/yr pulp mill in Maranhão and another one in Piauí, both in Brazil. The company already signed logistics contracts to assure the transportation of the new pulp mills to the port.

On the tissue side, Chilean CMPC on June 1 officially took control of Brazil's Melhoramentos tissue operations and is already working to integrate the two companies' processes and management. According to sources, CMPC has investment plans for the Brazilian operations, but the company does not confirm it. CMPC is investing in tissue projects all over Latin America, including Mexico, Colombia and Ecuador.

Like most Latin Americans, I am also confident that the market is going to recover soon and there will no longer be reasons for complaints.

 

Fuente: 

Klabin vê melhora para kraftliner em junho mas não arrisca previsões

12.08.09. O futuro ainda é nebuloso para a Klabin, sobretudo no que diz respeito ao quadro externo e uma possível retomada de demanda. Segundo o diretor-geral da Klabin, Reinoldo Poernbacher, no mercado de kraftliner, o mais atingido desde a crise internacional, registrou ligeira melhora a partir de junho, mas não indica efetivamente uma retomada das vendas.

"De junho pra cá houve algum sinal (de recuperação), mas não dá para tomar isso como tendência firme. Não temos uma visão de que estamos em recuperação". diz

Nem mesmo sobre o mercado interno, onde as vendas da empresa aumentaram 10% no segundo trimestre, o executivo se atrever a ser confiante. "Não dá pra fazer afirmação definitiva sobre o mercado interno. Há tendência de melhora, mas não sabemos se será uma em (forma de ) U ou de W", ressalvando que para o mercado de celulose a recuperação já está configurada, inclusive com aumento de preços.

Sobre preços, aliás, Poernbacher acredita que já no terceiro trimestre deste ano o preço de kraftliner tenha um aumento médio de US$ 20 por tonelada no sudeste da Ásia e Oriente Médio. A cotação média do produto fechou junho em US$ 579, com queda de 18% em relação a dezembro, conforme a Foex.

O volume de vendas do produto caiu 29% em relação ao segundo trimestre de 2008, ao somar 84 mil toneladas. Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, a baixa foi de 9%. A receita com esse produto somou R$ 81 milhões, com baixa de 37% em relação do mesmo período do ano passado.

Segundo a Klabin, a retomada da operação na unidade de Ponte Nova (MG) depende da recuperação da demanda por esse produto, pois a operação ali continua não se justificando no momento. Nas demais unidades, a empresa opera com capacidade plena.

Outro fator que pesa contra as vendas externas da empresa é o câmbio. Embora a desvalorização dólar garanta redução do endividamento, o executivo acredita que melhor seria que a moeda americana subisse. "A gente prefere um dólar mais alto, de R$ 2,40. Quanto maior melhor", diz, mencionando um fator de competitividade para exportar.

Foi graças à valorização do dólar que a empresa conseguiu obter lucro no segundo trimestre. Com um ganho financeiro contábil de R$ 383,8 milhões a empresa conseguiu fechar o período de abril a junho com ganho líquido de R$ 306 milhões, o dobro do total obtido um ano antes. Operacionalmente, entretanto, a empresa registrou receita 12% menor no período, de R$ 683 milhões.

 

Fuente: O Globo

Millennium bcpi baixa preço-alvo da Portucel para 2,75 euros

13.08/09. O Millennium bcpi reviu em baixa o preço-alvo da Portucel de 2,90 para 2,75 euros por acção, mas aumentou as estimativas de vendas de pasta para o segundo trimestre de 2009. A recomendação é de "compra".

O Millennium bcpi reviu em baixa o preço-alvo da Portucel de 2,90 para 2,75 euros por acção, mas aumentou as estimativas de vendas de pasta para o segundo trimestre de 2009. A recomendação é de "compra".

“Revimos em alta as nossas estimativas tendo conta as alterações nos preços da produção, no volume de vendas, nos investimentos em fábricas de energia e no capital circulante”, sublinha o analista João Mateus, que destaca a revisão em alta do volume de vendas de pasta para a China e a queda na média dos preços de produção.

O especialista da casa de investimento explica que o “impacto da redução temporária das margens provenientes dos preços de produção mais baixos e de stocks mais elevados foi parcialmente compensado pelo impacto positivo de novos investimentos na geração de energia e de uma redução dos inventários”.

“Mais alterações no capital circulante poderão ter um impacto relevante no valor”, acrescenta a mesma fonte.

No entanto, alerta a casa de investimento, a incerteza numa recuperação generalizada no consumo da pasta "vai continuar a colocar pressão no que diz respeito à procura" pela mesma.

"O nível elevado dos stocks de madeira e pasta impediu a empresa de usar melhor o declínio dos preços da madeira", explica João Mateus, acrescentando que "esses elevados inventários continuaram a influenciar as margens durante o segundo trimestre de 2009, mas deverão ter sido reduzidos".

As acções da Portucel seguem subir 0,48% para 1,679 euros.

 

Fuente: jornaldenegocios.pt





  

 

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