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“The Business of Forestry” apresentará novos softwares para gestão florestal

A conferência internacional será realizada em Vitória (ES), nos dias 1 e 2 abril, e vai contar com lideranças do setor florestal de diversos países, além de abordar as demandas por software de gestão em todas as áreas das empresas.

 

Niva Vilela diz que novos produtos serão apresentados no Um dos atrativos da conferência internacional “The Business of Forestry”, que será realizada na cidade de Vitória, no Espírito Santo, nos dias 1 e 2 de abril, ficará por conta do lançamento de softwares voltados para empresas atuantes no setor florestal. A Inflor Consultoria e Sistemas Ltda, que realiza o evento junto com a empresa norte-americana Esri e a canadense Remsolf, vai apresentar novidades ao mercado.

 

O diretor executivo do grupo Inflor, Niva Vilela, explica que em 12 anos de trabalho a empresa cresceu 16 vezes e hoje atua em todos os continentes. “Estamos focados em desenvolvermos soluções sob medida para processos e gestões ligadas ao setor florestal. A Inflor atua produzindo softwares nos planejamentos físico e financeiro de todas as atividades necessárias para a condução do negócio florestal”, disse Niva Vilela, engenheiro eletrônico e criador da Inflor, junto com Adriano Del Rey e Jayme Sampaio, ambos oriundos da ciência da computação.

 

Na conferência “The Business of Forestry”, Niva Vilela vai proferir palestra com o tema “A evolução da gestão florestal no Brasil”. Vilela vai mostrar, ainda, que os softwares desenvolvidos pela Inflor podem ser utilizados desde o processo inicial de construção de uma fábrica, passando pela compra do terreno, análise do solo, estudo pluviométrico, de logística e todo o emaranhado ambiental. “Vamos apresentar as novas versões do Sistema de Gestão Florestal (SGF), que oferece soluções rápidas e objetivas na gestão técnica de pequenas, médias e grandes empresas e o My forest, que é voltado para grandes corporações e é utilizado tanto na gestão técnica quanto na área financeira, contábil, além de emitir notas fiscais e elaborar livros fiscais e atuar na plataforma Sap”, detalhou Vilela.

 

Tanto a Inflor, quanto a Remsolf e a Esri são empresas que desenvolvem trabalhos na área tecnológica. Na avaliação de Vilela, as empresas acabam se completando porque a Inflor lida com softwares de gestão, a Esri com a visão geográfica e Remsolf com suportes para decisões. Por isso, ele acredita que o “Business of Forestry” será um marco para o setor em todo o mundo, pelo fato de o Brasil está na vanguarda tecnológica e de pesquisas no setor florestal e, mais ainda, podendo oferecer soluções voltadas para o aumento da produtividade.

 

Para Niva Vilela, isso explica o porquê de realizar um evento internacional no Brasil. Ele destaca que a Inflor, hoje, tem clientes em todo o mundo e o Brasil tem o modelo mais eficaz de gestão florestal. “Vamos mostrar tecnologias para este público e apresentar novos produtos. Por ser de longo prazo, o negócio florestal feito com planejamento e disciplina gera bons resultados”, disse Vilela. No “The Business of Forestry” haverá um total de 17 palestras. O evento terá tradução simultânea e contará com palestrantes do Brasil, Estados Unidos, Canadá e África do Sul.

 

Outra característica que vai marcar a conferência “The Business of Forestry” será a apresentação de demandas de empresas de diversas partes do mundo. Segundo Niva Vilela, muitas empresas estrangeiras não tem noção do desenvolvimento brasileiro. “Às vezes, muitos deles pensam que é só por conta da questão climática, esquecendo-se dos estudos genéticos para os melhores clones de norte a sul do País, além de solo, adubação e legislação. Como quem atua no setor no Brasil conhece um ao outro, não tenho dúvida que o “Business of Forestry” será de grande valia. Vamos promover discussões que facilitem a exportação do nosso know-how”, observa Vilela, que projeta um ano de bons negócios.

 

Serviço: as inscrições para participar da conferência internacional podem ser feitas pelo site http.//www.thebusinessofforestry.com ou por e-mail Esta dirección de correo electrónico está siendo protegida contra los robots de spam. Necesita tener JavaScript habilitado para poder verlo.

 

Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail Esta dirección de correo electrónico está siendo protegida contra los robots de spam. Necesita tener JavaScript habilitado para poder verlo. ou retiradas ligando para o telefone +55 (27) 2122-0983, com Marcela Bressanelli, de segunda a sexta, das 8h às 17h.

 

O evento será realizado no Hotel Senac Ilha do Boi, localizado na rua Bráulio Macedo, nº 417, Ilha do Boi, Vitória (ES) Brasil.

 

Painel Florestal

Global Timber and Wood Products Market Update

a news brief from Wood Resources International LLC 

 

China imported logs and lumber for a record nine billion dollars in

2013, with North America, Russia and New Zealand being the major

suppliers, reports the Wood Resource Quarterly 

 

Importation of logs and lumber to China reached a new record in 2013 with lumber

imports being up 19% and log imports increasing 23% from 2012, as reported in the

Wood Resource Quarterly. North America, Russia and New Zealand were the major

supplying countries, but Sweden, Finland, Ukraine, Chile and Australia saw the biggest

increases in market share.

 

Seattle, USA. China’s importation of softwood lumber was 19 percent higher in 2013 

than in 2012, reaching a new record high. The unprecedented increase in lumber

shipments to the Chinese market that began in 2008 is continuing. In 2008, the country

imported 3.6 million m3 of softwood lumber valued at 700 million dollars, according to

the Wood Resource Quarterly (WRQ). Two years later, in 2010, the volume had

increased to 9.4 million m3 and in 2013, China imported close to 17 million m3 of

lumber, valued at a bit over 3.6 billion dollars. 

 

Canada and Russia are the two major suppliers of lumber to China, with Canada having

overtaken Russia as the largest supplier in 2010. Together, these two countries supplied

almost 80 percent of all imports. However, this year Europe, Russia, Chile and New

Zealand have all increased their shipments to China at a higher pace than has Canada.

Sweden, for example, more than tripled its export volume from 2012 to 2013 to reach

370,000 m3, or just over two percent of the import volume last year. 

 

This trend, where countries that just a few years ago were virtually non-existent in the

Chinese market are now expanding is likely to continue in the coming years both because

China’s continued hunger for more wood and because Canada is not likely to increase

exports much more than the levels seen over the past few years.

 

Importation of softwood logs to China really took off during the second half of 2013. In

the 1H/13, import volumes were about 14.8 million m3, and in the 2H/13, China

imported 18.1 million m3, an increase of 23 percent in just six months, making 2013 a

record year for Chinese log imports. The total value of imported logs reached just over

five billion dollars. During the past year, all major log suppliers to China increased their

shipments except Russia, which in 2013 shipped the lowest volume since 2004. New

Zealand shipments were up by 32% year-over-year, the US increased volumes by 55%

and interestingly, Ukraine, which just a few years ago did not export any logs to China,

shipped 1.4 million m3 in 2013, a tripling from the previous year, as reported in the

WRQ (www.woodprices.com).

 

“Queremos reciprocidade no tratamento dado aos brasileiros”

04.03.11. Portucel quer condições iguais para todos os investidores.

Impedida de avançar com o investimento previsto para o Uruguai, a Portucel encontra agora entraves no Brasil. José Honório diz que são "condições alheias à Portucel" e que, logo que sejam ultrapassadas, a empresa poderá avançar com um novo investimento a juntar a Moçambique.

Uma alteração legislativa no Brasil impede que empresas estrangeiras comprem mais de 5.000 hectares de terra. Isso é pouco para a Portucel...
Claramente. Na semana passada falei ao telefone com o governador do estado de Mato Grosso do Sul que reafirmou todo o interesse em ter o grupo Portucel a investir numa fábrica de celulose naquele Estado, porque criaria milhares de postos de trabalho e imensa riqueza na região.

Qual é a relevância desse investimento para o Brasil?
A fábrica que estamos a planear, com uma capacidade de produção entre 1,3 milhões e 1,5 milhões de toneladas, significaria um aumento de exportações de 800 a 900 milhões de dólares [579 a 651 milhões de euros].

E como inverter esta situação?
Estamos a trabalhar em conjunto para ver em que medida é que essa reintrodução legislativa pode ser ajustada no sentido de uma reciprocidade de tratamento que é dada em Portugal aos investidores brasileiros, e termos a mesma reciprocidade no Brasil. O governador prometeu-me que iria para Brasília na próxima semana para discutir o assunto com o governo central.

 

economico.sapo.p

Lançamento do 1º Anuário Estatístico Florestal/2014 de Santa Catarina

Diretoria da ACR apresentando o 1° Anuário Estatístico Florestal de SC   A ACR – Associação Catarinense de Empresas Florestais apresentou na noite desta quinta-feira (27/02) no Restaurante Cansian Zamban em Lages/SC, o 1° Anuário estatístico Florestal/2014, tendo como objetivo o detalhamento por mesorregião do setor de base florestal do estado de SC, com informações estratégicas aos gestores de empresas florestais, visando fornecer subsídios  para estudos e tomadas de decisões do setor Florestal.

O evento contou com a presença de empresários, associados e autoridades estaduais e regionais, e todos ficaram impressionados com as informações do Anuário. O presidente da Associação José Valmir Calori, destacou que a prioridade dessa gestão é resgatar a valorização do setor florestal perante a sociedade civil e as estruturas governamentais. “Dentre as ações definidas para reforçar o reconhecimento da importância do setor, instituímos a Diretoria Executiva, com o objetivo de melhorar a eficiência da representação institucional e resgatar a valorização do setor”.

O Anuário possui 93 páginas de informações, que serão utilizadas pelos associados em seus planejamentos estratégicos anuais. Utilizando dados e, argumentações na esfera política e quantitativa, com a real comprovação e importância que o setor tem sobre o PIB do estado de SC e de muitos municípios que tem sua economia baseado no setor. O Anuário possui como principais temas como: BASE FLORESTAL PLANTADA, MERCADO DE PRODUTOS FLORESTAIS, IMPORTANCIA DAS FLORESTAS PLANTADAS e DESTAQUES DO SETOR FLORESTAL EM SANTA CATARINA.

O setor florestal é a segunda atividade em importância econômica no estado, representando cerca de 9% do PIB catarinense, constituindo-se num forte instrumento de desenvolvimento social, econômico e ambiental. Em Santa Catarina, toras e lenha tem, como valor bruto da produção, 1,66 bilhão de reais e estão entre os principais produtos agropecuários produzidos no estado. “Este número nos posiciona atrás apenas da produção de frangos, suínos e leite, setores onde o estado é reconhecidamente competitivo. No entanto, estamos à frente de fumo, milho, soja e bovinos de corte,” comenta Calori.

O deputado estadual Jean Kuhlmann, ressaltou a importância do setor no estado, ”Quando se consegue mostrar a força do setor, se consegue mostrar a organização e com isso, convencer as pessoas a quebrar paradigmas na sociedade. Este Anuário com certeza é fundamental para o crescimento do estado” ressalta o deputado.

Presidente na SC Parcerias, Paulo Cesar da Costa, se diz contente pelo engajamento da associação em mostrar força. “Santa Catarina cresceu 4,1% enquanto a média dos outros estados o crescimento foi 2,5, isso mostra que, SC está no caminho certo e o setor vem mostrando sua força. O governo do estado é parceiro e quer andar junto com setor florestal, buscando recursos para o maior crescimento, nossa terra é fértil, por isso, parabenizo à iniciativa, o Anuário será uma grande ferramenta para facilitar o planejamento e principalmente o reconhecimento merecido do setor”.

As empresas associadas à ACR mantém uma área preservada, comparativamente superior a qualquer outra atividade relacionada à produção agropecuária, chegando a relação de cada “1 hectare plantado, 1 hectare é preservado” , sempre preocupada com a preservação ambiental e com a sustentabilidade, deixando visível a importância da atividade de base florestal para o estado de Santa Catarina. Com o anuário, será possível compreender o valor das florestas plantadas para uma população mundial de sete bilhões de pessoas que almejam os mesmos recursos.

Contudo, para que isso ocorra, é importante que as empresas articulem a remoção de barreiras para o desenvolvimento setorial e priorizem a melhoria dos processos industriais e silviculturais, bem como, os investimentos em inovação tecnológica. O resultado desse processo será o aumento da competitividade, a redução dos custos de produção e a nova rodada de investimentos no setor.

 

Dados do Anuário em SC

4º estado em área de florestas plantadas, com 646 mil hectares;

 

2º estado em área plantada de pinus, com 540 mil hectares;

 

4º produtor de toras, com 13% da produção brasileira de toras;

 

3º exportador de papéis com 10% da exportação brasileira;

 

2º exportador de madeira serrada com 38%;

 

2º exportador brasileiro de compensados com 27%;

 

4º exportador de painéis reconstituídos;

 

1° exportador de móveis de madeira brasileira;

 

O maior exportador de portas de madeira com 75% da exportação brasileira;

 

O maior exportador de móveis de madeira, com 37% e o 3º maior produtor nacional com mais de 1800 fábricas;

 

São 5 mil empresas de base florestal, das quais 47% são indústrias madeireiras e 38% são indústria de móveis;

 

As empresas florestais catarinenses empregam diretamente cerca de 90.000 pessoas e indiretamente mais de 300.000.

Nova lei trava projecto de 2,1 mil milhões da Portucel

04.03.11. O Brasil mudou a lei que regula a posse de terras, o que travou investimentos de 14 mil milhões no sector do eucalipto e pinho.

Há dois anos que a Portucel olha para o Brasil à procura da melhor solução para aí instalar uma fábrica. Agora a empresa de pasta e papel travou a fundo o projecto de investimento de 2.100 milhões de euros por causa de uma lei que impede os estrangeiros de possuirem mais de 5.000 hectares de terra. A Portucel precisa de 200 mil. "É uma situação que ocorreu a partir de Setembro do ano passado. Com uma reinterpretação da lei no Brasil há várias empresas estrangeiras, entre as quais a nossa, que estão hoje confrontadas com essa situação", confirmou José Honório, presidente da Portucel, ao Diário Económico.

A empresa portuguesa de pasta e papel - que em Outubro de 2009 constituiu uma subsidiária no Brasil - assinou há mais de um ano um memorando de entendimento com o estado do Mato Grosso do Sul. Um acordo que visava o desenvolvimento de um projecto florestal, que terá que avançar antes que arranque a construção de uma nova fábrica com capacidade instalada entre 1,3 e 1,5 milhões de toneladas por ano. Mas, para avançar, precisa que a lei seja revista ou que os dois governos acordem na reciprocidade de tratamento entre os investidores portugueses e brasileiros.

"Estamos agora a trabalhar em conjunto para ver em que medida é que essa reintrodução legislativa pode ser ajustada no sentido de uma reciprocidade de tratamento que é dada em Portugal aos investidores brasileiros, a investimento vindo do Brasil, [para] termos a mesma reciprocidade no Brasil", afirma José Honório.  

 

economico.sapo

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